“O esquema foi descoberto após uma empresa do setor calçadista desconfiar da grande quantidade de funcionários supostamente adoecerem em um curto período de tempo e apresentarem atestados da mesma unidade médica”, informou o Delegado. Timbó acredita que com a divulgação do caso, outras vítimas procurem à Delegacia.
A polícia trabalha com a linha de investigação de que alguém “de dentro da UPA” tenha fornecido os documentos. “Algumas folhas e carimbos são falsos, no entanto, existem atestados com tudo original, exceto, claro a assinatura de médicos que nem mesmo estavam trabalhando no dia descrito no atestado”. Victor acrescentou que o próximo passo da investigação é cruzar os dados com outras empresas e médicos, pois “dentre esse montante, alguns são verdadeiros”.
Apesar de ser considerado um golpe simples, os acusados podem responder por associação para o crime. A pena pode chegar até cinco de reclusão. “A lei não distingue quem falsificou de quem recebeu. Ambos responderão criminalmente”, finaliza Victor Timbó.
Diário do Nordeste
Foto: Agencia Miséria
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